Simplificando, é a hora da verdade, de mostrar do que pessoas, organizações, instituições e países são feitos.
Crise não é uma catástrofe porque pode ser prevista, muitas vezes. Evitada, outras tantas. Ou, na maioria das situações, gerida com técnica e habilidade.
A crise que mais assusta é aquela deixada solta, sem lenço nem documento. Livre para destruir, para arrasar a reputação arduamente conquistada, por uma empresa, um governo, um jogador de futebol ou um artista.
A crise nos ronda como as sombras, pois é um contraponto à luz.
E a crise de comunicação é das piores, daquelas que põem os porta-vozes contra a parede, com vontade de sumir em um buraco sem fim.
Para as empresas que investem na ‘chuva de boas notícias’, na divulgação das boas realizações, a crise abala, mas não derruba. Balança, mas não cai. |